Sua grandeza
Uma edição da "Enciclopédia Britânica" usa
20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Essa
descrição ocupa mais espaço que a de Aristóteles,
Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio,
Maomé ou Napoleão Bonaparte.
Eis o que disseram sobre Jesus algumas personalidades
conhecidas:
Rousseau: "Conseguir inventar ou criar a história
de uma vida como a de Jesus seria um milagre maior do que
foi Sua existência real."
Napoleão, que cobriu de guerra a metade da Europa,
escreveu em seu diário ao final de sua vida: "Com
todos os meus exércitos e generais, por um quarto de
século não consegui subjugar nem um único continente.
E esse Jesus, sem a força das armas, vence povos e
culturas por dois mil anos."
Ao conhecido historiador H. G. Wells foi perguntado: quem
mais influenciou e marcou a história? Ele respondeu que,
considerando a grandeza de uma personalidade conforme os
aspectos históricos, a pessoa de Jesus Cristo está em
primeiro lugar.
E o historiador Kenneth Scott Latourette afirmou:
"Quanto mais o tempo
passa, mais óbvio se torna que Jesus, por Sua
influência na história, viveu neste planeta a vida de
maior significado para a humanidade. E Sua influência
parece aumentar mais e mais".
Ernst Renan fez a seguinte observação: "Na área
religiosa, Jesus é a figura mais genial que jamais
viveu. Seu brilho é de natureza eterna e Seu reinado
jamais acaba. Ele é único em qualquer sentido e não
pode ser comparado a ninguém. Sem Cristo não se entende
a história."
A Bíblia nos ensina que Jesus Cristo é maior que tudo.
Só na Epístola aos Hebreus encontramos as seguintes
afirmações:
a.. Jesus é maior que os anjos (Hebreus 1.1 a
3.19).
b.. Jesus é maior que o sacerdócio de Arão
(Hebreus 4.1 a 6.20).
c.. Jesus é maior que as revelações do Antigo
Testamento (Hebreus 7.1 a 8.13).
d.. Jesus é maior que todos os santuários e
sacrifícios do Antigo
Testamento (Hebreus 9.1 a 10.39).
e.. Jesus é o Autor e Consumador de toda a fé
(Hebreus 11.1 a 12.3).Sua vida sem pecado
Você conhece a oração que o próprio Jesus nunca orou?
Trata-se da oração do Pai Nosso. Jesus a ensinou, mas
Ele próprio não a orava porque não havia necessidade,
principalmente o pedido: "...perdoa-nos as nossas
dívidas..."
Jesus era sem culpa, sem pecado, completamente puro. Por
isso Ele nunca teve de arrepender-se de alguma coisa que
tivesse feito; por essa razão Ele nunca precisou pedir
perdão pelos Seus próprios pecados, nem pedir desculpas
aos outros. Ele sempre se humilhava em lugar dos outros,
Ele levou nossos pecados sobre Si. E Ele orou: "Pai,
perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem". Jesus
não tinha pecado, por isso era Santo e Justo:
a.. A mulher de Pilatos mandou dizer ao marido:
"Não te envolvas com esse justo."
b.. O próprio Pilatos teve de admitir: "Não
vejo neste homem crime algum."
c.. O malfeitor na cruz exclamou: "...este
nenhum mal fez."
d.. O centurião romano junto à cruz teve de
concordar: "Verdadeiramente, este homem era
justo."
e.. Até os demônios reconheceram: "Bem sei
quem és: o Santo de Deus!"
Resumindo: Jesus
Cristo não teve pecado - ao contrário de todas as
outras pessoas e dos fundadores de religiões que já
viveram.
H. Bender escreveu sobre Jesus: "Em meio à
história do mundo encontra-se uma figura, inserida nessa
história em todos os seus aspectos, mas que a tudo
sobrepuja. É Jesus Cristo. Ele é completamente
diferente, Ele é singular. Ele é o único que podia
ousar colocar-se diante de uma multidão hostil e
fazer-lhe a pergunta: "Quem dentre vós me convence
de pecado"? A única resposta foi o silêncio da
platéia, uma resposta eloqüente. Sua vontade estava
plenamente inserida na vontade de Deus. Sua postura era
completamente dirigida por Deus e direcionada para Deus.
Nele não havia discrepância, não havia imperfeição
alguma."
Em Romanos 8.3 está escrito: "...Deus pôs em
ação um plano diferente a fim de nos salvar. Enviou seu
próprio Filho, em corpo humano como o nosso - com a
exceção de que o nosso é pecador - e destruiu o
controle do pecado sobre nós, dando-Se a Si mesmo como
sacrifício por nossos pecados" (A Bíblia Viva,
veja também 1 Pedro 2.22 e Hebreus 4.14).
Sua divindade
Pasteur, importante médico e cientista francês,
formulou assim sua opinião acerca da divindade de Jesus:
"Em nome da ciência eu proclamo a Jesus Cristo como
Filho de Deus. Meu senso científico, que valoriza muito
a relação entre causa e efeito, compromete-me a
aceitá-lo como fato. Minha necessidade de adorar
encontra nEle a mais plena satisfação."
Que Jesus Cristo é o Filho de Deus, é testemunhado em
inúmeras passagens do Antigo e do Novo Testamento.
A Bíblia apresenta Jesus como sendo ao mesmo tempo
perfeitamente humano (embora sem pecado) e perfeitamente
divino (veja também Isaías 9.5-6; João 1.1-2; 3.16;
8.58; Colossenses 1.15-19; 1 Timóteo 3.16; Hebreus 13.8;
1 João 5.20). A carta aos Filipenses diz de Jesus:
"pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou
como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se
esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em
semelhança de homens" (Filipenses 2.6-7). Em outras
palavras: Ele não agarrou-se à Sua divindade, mas
humilhou-se por amor a nós. Em outro lugar o próprio
Jesus disse: "Eu e o Pai somos um" (João
10.30).
Em Colossenses 1.19-20 está escrito: "Porque
aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e
que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por
meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas,
quer sobre a terra, quer nos céus." A Bíblia Viva
diz: "Porque Deus queria que tudo dEle mesmo
estivesse em seu Filho. Foi por meio daquilo que seu
Filho fez que Deus abriu um caminho para que tudo viesse
a ele, todas as coisas no céu e na terra, pois a morte
de Cristo na cruz trouxe para todos a paz com Deus
através de seu sangue." Jesus é o único em quem
Deus realmente habitou
plenamente (portanto, Ele não é apenas mais um dentre
os muitos fundadores de religiões!). Jesus é Aquele que
resgatou todo o Universo e, portanto, também chegará ao
objetivo com ele..." Por isso, em profunda
adoração, só podemos citar a passagem de Isaías 46.5:
"A quem me comparareis para que eu lhe seja igual? E
que coisa semelhante confrontareis comigo?"
"Porque aprouve a Deus que, nele (Jesus), residisse
toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue
da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo
todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos
céus."
Se você, prezado leitor, prezada leitora, concordou com
o testemunho que a Escritura dá acerca de Jesus Cristo,
se você reconheceu a singularidade de Jesus, o mais
sensato não seria decidir-se por uma vida com Jesus? Se
Jesus é tudo aquilo que Ele afirma ser, isso é razão
mais do que suficiente para tornar-se cristão! Faça
isso agora, se ainda não o fez! Tome a decisão
consciente de entregar a Ele toda a Sua vida e de seguir
Seus passos! Pois, se Jesus é o que diz de Si mesmo, se
é o que a Bíblia diz dEle e se é o que muitas pessoas
experimentaram, então todos precisam dEle para receber o
perdão dos pecados e para entrar no reino de Deus. Com
Ele ganhamos tudo, sem Ele tudo perdemos, para todo o
sempre!
Hamlet, de William Shakespeare, diz: "Perderei, quer
viva, quer morra." O apóstolo Paulo tinha a mais
absoluta certeza: "para mim, o viver é Cristo, e o
morrer é lucro" (Filipenses 1.21). Ele sabia que
ganharia em qualquer circunstância! Por isso você
deveria impreterivelmente tornar-se cristão, pois sem
Jesus você perderá tudo!
Aos 16 anos, Friedrich Nietzsche, chamado "o grande
filósofo do ateísmo", escreveu a um amigo sobre a
pessoa de Jesus Cristo: "Eu sei que, se não O
encontrar, não terei repostas para minha vida." E
no final de sua vida, durante a qual rejeitou a Cristo,
ele escreveu: "Ai daquele que não tem lar!"
O dramaturgo suíço Friedrich Dürrenmatt reconhece em
sua obra "Os Físicos":
"Quando deixei de temê-lO, minha sabedoria destruiu
minha riqueza." Mas quem tem a Jesus é rico em
tudo: "Porque, em tudo, fostes enriquecidos
nele" (1 Coríntios 1.5).
Norbert Lieth
Do livro de sua autoria: Conheça Jesus
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Francisco
ICQ: 69201958 Nick: Vencedor
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O mundo diz: "Onde está a promessa da Sua
vinda?"
A religião diz: "O meu Senhor tarda em vir".
O crente que vigia e aguarda diz: "Ora vem, Senhor
Jesus!"
(2 Pd 3.4; Lc 12.45; Ap 22.20)
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