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"Viva a morte! Morra hoje!" |
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S u m á r i o
- Agradecimentos 09 |
Morra e Mude |
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Apresentação: Basicamente, o propósito deste livro é fazer você crescer, progredir, sair do ostracismo e galgar lugares antes inimagináveis, inalcançáveis. E farei isto despertando em você a centelha de vida que existe em seu coração. Mas é necessário que você abra sua mente para se permitir enxergar a vida a partir de outras perspectivas ainda não exploradas — perspectivas que podem levar você a fazer declarações não muito convencionais, como "viva a morte!"; a concluir que "o que falta às empresas é o amor"; a perceber que há profundas diferenças entre "insistir" e "persistir"; ou a perceber a luta entre Exemplo versus Modelo — talvez você esteja transformando meros exemplos em modelos e, com isto, seguindo cegamente valores que, na verdade, deveriam ser questionados.
É uma viagem que entusiasma. Ao final dela,
você será provocado a ponderar sobre os dois mais importantes verbos a
serem conjugados em nossa existência, e que deveriam fazer parte de nosso
plano diário de vida, de nossa missão pessoal. Não, não vou adiantar quais
são eles, nem dar qualquer pista. Apenas convido você a participar desta
jornada. Posso assegurar que, depois da leitura, você aceitará a realidade
de que terá de morrer para mudar, para fazer nascer uma nova pessoa —
melhor, mais nobre, mais otimista e mais compromissada com seu próprio
crescimento e sucesso. Boa leitura. |
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Atitude
É na mente que começam todas as grandes
mudanças do homem. O apóstolo Paulo afirmou que não deveríamos nos
conformar com este mundo, mas transformá-lo pela renovação de nossas
mentes. Mas para que isto possa ocorrer, para que essa nova criatura nasça,
para que haja essa necessária mudança, antes é preciso que morramos!
Convido você agora a participar desta jornada, que tem sua mente como
ponto de partida.
“A maioria das pessoas teme a morte por não
terem feito algo de suas vidas.”
Paulo deixou-nos uma bela lição em I Coríntios 13:11: “Quando eu era
criança, falava, pensava e raciocinava como criança. Mas quando me tornei
homem, meus pensamentos se desenvolveram muito além dos pensamentos da
minha infância, e agora eu deixei as coisas de criança”. Ou seja, é
possível que, vez por outra, nossas ações sejam infantis — no melhor
sentido da palavra —, de tal forma que não matemos virtudes próprias dos
tempos de criança, como a vontade de brincar, o sorriso fácil, a
vitalidade, a criatividade e assim por diante. Mas se quisermos ser
adultos, devemos necessariamente matar a criancice — neste caso, no
sentido negativo. |
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