28/03/2000
Caros amigos da Paulo Angelim Consultoria em Marketing:  

- Que tal mudar o tapete de sua loja ou escritório? Cheque na seção Marketing.
- A quarta dica para um treinamento eficaz. Confira na seção Treinamento.
- Como você tem falado com seus clientes? Vá à seção Vendas e descubra.
- É possível a paz no trânsito? Pense, na seção Reflexão
- Na seção inovação, veja se ainda existe espaço para a revelação fotográfica.     

Já conferiu nosso calendário anual com todas as festas comemorativas, para seu planejamento de marketing e vendas. Consulte-o. Clique aqui.  

Abraços e SUCESSO!    

Paulo Angelim    

 

MOTIVAÇÃO


"A adversidade desperta em nós capacidades que, em circustâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas". Horácio    

 

MARKETING


TAPETE MÁGICO

Esta idéia é genial, pela simplicidade e utilidade prática. Quem enviou para o "E-Zine Venda Mais" foi o Mauro Lisbôa, de São Luís-MA (
poly.cob@zaz.com.br). Após muitos aborrecimentos com o pessoal da limpeza, que não batia os tapetes 3 vezes por dia, conforme a recomendação, a administradora de um hospital particular de São Luís teve a idéia de encomendar 3 jogos de tapetes personalizados pela 3M. Mandaram imprimir os dizeres "BOM DIA", "BOA TARDE" e "BOA NOITE", obrigando assim a troca dos tapetes 3 vezes ao dia. Não é uma grande e simples idéia?  

Tá vendo como o marketing pode ser simples e descomplicado? Quer saber mais? Mande-me um e-mail.    

 

TREINAMENTO


Dicas para transformar sua sessão de treinamento em um sucesso  
Por Kate Schultz

1. TRAÇE O PERFIL DE SEU PÚBLICO.
2. O QUE ELES JÁ SABEM SOBRE SEU TEMA?
3. PORQUE ELES ESTÃO PARTICIPANDO DE SEU TREINAMENTO?
4. FACILITE A VIDA DE SEUS ALUNOS EXPLICANDO SUA AGENDA PARA O DIA, E CLAREANDO SUAS EXPECTATIVAS. Revise os tópicos para sua sessão de treinamento de forma que sua audiência saiba o que lhes espera. Alunos adultos vêm para uma sessão de treinamento com certas expectativas e medos. Se eles tiveram experiências ruins na escola ou faculdade, ou não frequentam treinamento com muita frequência, eles podem estar apreensivos quanto a você ou ao treinamento em si.
Última dica nos próximo boletim  

Tá cansado(a) daqueles treinamentos que não mexem no comportamento das pessoas? Fale comigo.    

 

VENDAS


Converta a linguagem de negócios em liguagem de pessoas
Por Kevin Nunley

Jargões tendem a entrar em nossa língua, não importa o tipo de negócio que estamos. Quando me encontro com professores nas reuniões de pais e mestres da escola de meu filho, eles usam um monte de termos e códigos que não entendo.   Nós tendemos a fazer o mesmo nos negócios. Uma correspondência ou e-mail a um cliente pode usar frases de negócios como "em nossa opinião ponderada" e "em anexo por favor encontre". Simplifique isto numa linguagem do dia-a-dia: "nós pensamos" e "aqui está".    Frequentemente nós usamos jargões e frases complexas num esforço de parecermos inteligentes, sérios, profissionais, ou dar às nossas idéias mais peso. Enquanto isso pode ser uma coisa inteligente a ser feita quando nos comunicamos com colegas de nosso setor, clientes reagem melhor à fala diretas e objetivas.

Depois de escrever algo, tente falar as mesmas idéias. Se você está dizendo alguma coisa que você não diria numa conversa normal, mude-a para parecer mais natural. Esta habilidade de colocar idéias complexas nas conversas diárias é característica de políticos de sucesso, não de vendedores.
   

Dúvidas sobre estratégias vencedoras para sua equipe de vendas? Envie-me um e-mail.    

 

REFLEXÃO


Vale à pena o estresse do trânsito?

Muita gente acha que o trânsito é uma guerra. E sempre culpam os outros. Mas, na grande maioria das vezes, nós também contribuímos para essa situação.

Que tal se você começasse a praticar, agora mesmo, a paz no trânsito?

Aqui vão algumas dicas básicas para espantar o estresse e acumular sorrisos no trânsito:

  1. Alguém está tentando atravessar a rua? Pare, e receba o sorriso e o agradecimento que ela lançará a você. Se ela não lançar, não se preocupe. É que os pedestres já estão tão desacostumados à gentileza, que estranham, e acham que você pode estar com segundas intenções;
  2. Você está na principal, e alguém está numa secundária, tentando entrar e não consegue. Desacelere e acene para que ela entre, e se delicie com o gesto dela de gratidão. Às vezes, vem até uma buzininha de agradecimento. Essa técnica é melhor ainda com motoristas de ônibus. Eles ficam pasmos, sem acreditar que você foi capaz de fazer isso;
  3. Em momentos de tráfego pesado, ou engarrafamento, evite músicas agitadas. Busque no rádio músicas mais calmas, tranqüilas. Se possível, mantenha em seu carro uma fita ou CD com este tipo de música;
  4. Se perceber que alguém, à sua frente, está tentando passar para sua faixa, se antecipe, abra espaço para ela passar, e sinta o prazer de ter ajudado alguém;
  5. Quando estiver atrás de alguém dirigindo lento, antes de xingá-lo e perguntar onde é o enterro, pergunte-se porque você ainda não consegue, como ele, ser tão calmo no trânsito;
  6. Ao invés de dinheiro, leve pacotinhos de biscoito no carro para serem distribuídos com os necessitados. Mas antes, veja se o local e as condições são seguras;

A paz no trânsito não será conseguida nas ruas, antes de estar presente em seu coração. A condição básica para se ter paz no trânsito é buscar PAZ INTERIOR.
E não existe paz verdadeira, genuína, se não for por meio de JESUS CRISTO.
Ele disse:

"A minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá..." Jo 14:27. 33"Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". Jo 16:33

A paz não está nas igrejas; está em Cristo. Cristo não está nas igrejas, Ele está nas pessoas, e é revelado pela Bíblia. A Bíblia está nas igrejas, e se você quiser conhece-la um pouco mais...
(Transcrito de panfleto distribuído pela Igreja Presbiteriana da Aldeota)

Excelente semana!    

 

INOVAÇÕES


FOTOGRAFIA: Adeus ao negativo
Kodak arruma a casa e mergulha no mercado digital através de parcerias com gigantes da tecnologia como AOL, Intel, HP e Sony.
Fernando Neves

Das 250 milhões de câmeras fotográficas vendidas anualmente no mundo, apenas seis milhões são digitais. O número levanta algumas conclusões. Primeira: o preço das câmeras dotadas de chip, softwares, lentes e visores de cristal líquido ainda é muito salgado. Segundo: os fotógrafos amadores, que respondem por 85% das vendas, ainda não se habituaram à tecnologia. Terceira: resolvendo os problemas acima, há um enorme mercado a ser explorado. É neste último item que a Kodak, gigante que fatura US$ 14 bilhões, está se baseando para ajustar seu foco empresarial. Estimativas apontam um crescimento de 25% ao ano para o segmento digital. Em 2003, garantem especialistas, este mercado estará movimentando US$ 6,5 bilhões. Atento a estas previsões, Daniel Carp, CEO da companhia, arregaçou as mangas e foi ao mercado. Nos últimos seis meses, assinou contratos de parceria com a America On line, Hewlett Packard, Intel e Sony.

A revolução digital tomou forma no início da década de 1990 e a Kodak perdeu alguns anos olhando de longe, como se não fosse com ela. O caminho começou a ser traçado em 1993 quando George Fischer, antecessor de Carp, tornou-se CEO. Na época a companhia estava tão desfocada que a mesma unidade que fazia os produtos químicos para revelação, a Eastman Chemical, também fabricava (veja só) vitaminas. A distorção foi resolvida com a venda da subsidiária. O processo de reestruturação da Kodak estendeu-se até 1999, quando Fischer foi substituído por Carp. A partir daí iniciou-se a ofensiva na área digital. E o novo comandante esbanja otimismo. Para ele, o crescimento da companhia vai superar a previsão dos analistas. Pelos cálculos de Carp, as vendas da Kodak devem aumentar 7% neste ano, atingindo US$ 15 bilhões. Seu trunfo: as associações firmadas com gigantes da tecnologia.

A primeira delas foi com a America On Line, em agosto de 1999, permitindo a entrega via Internet de fotografias aos usuários da AOL escaneadas a partir de laboratórios. A expectativa é de ter a adesão de 17 milhões de clientes neste primeiro ano de atividade. Em outra frente, foi criada uma joint venture com a empresa de computadores Intel para permitir a gravação em CDs de fotografias digitalizadas. A Sony também entrou na jogada, tornando-se parceira no desenvolvimento de uma câmera digital. A quarta e mais recente investida é a aliança com a Hewlett-Packard. A idéia é desenvolver uma nova geração de minilaboratórios digitais mais baratos que os atuais para instalação em lojas especializadas. Hoje eles custam US$ 200 mil - impraticável para os comerciantes. "Queremos reforçar a qualidade de nossos distribuidores", explica Waldir Seidenthal, presidente da Kodak Brasileira. A expectativa de bons resultados no mercado digital é medida em números bilionários. Do faturamento total do grupo em todo o mundo, US$ 2,3 bilhões vieram da prestação de serviços nessa área.

No Brasil, a revolução ainda engatinha. Para se ter uma idéia, as importações de câmeras digitais ainda estão na faixa de mil unidades por ano.
Mesmo o consumo de materiais e serviços fotográficos está abaixo do registrado em outros países, o que aumenta a atenção da Kodak no mercado local. Enquanto 57% da população brasileira compra câmeras, filmes e serviços de revelação e ampliação, em outros lugares o percentual de consumo é superior. No Japão, por exemplo, o índice está entre 80% e 90%. Portanto, antes de "digitalizar" o mercado nacional é preciso ampliá-lo. No ano passado, a filial brasileira obteve um faturamento de US$ 600 milhões, sendo US$ 150 milhões com exportações. Os principais clientes são Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia e Peru, que compram metade da produção da fábrica de São José dos Campos (SP). "Precisamos crescer mais para atingir o padrão mundial", diz Seidenthal.
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